Antes da polícia, Prefeitura já havia fechado clínica clandestina de Abadia de Goiás

O combate à internação clandestina de usuários de drogas em uma clínica clandestina de Abadia de Goiás ganhou novo capítulo com o indiciamento de um dos acusados, Alécio Gomes Vieira Júnior, 42 anos. O indiciamento aponta sequestro e cárcere privado sendo que o mesmo responde ainda por um homicídio.

De acordo com informações, Alécio se apresentava aos parentes de usuários de drogas como se fosse pastor, ganhava a confiança da família, e fazia a internação à força. A família pagava em torno de um salário mínimo e, em alguns casos, até 2 mil reais mês.
A clínica que funcionava em Abadia já havia sido fechada pela Prefeitura por falta de profissionais médicos para assistência aos internos, mas, continuou funcionando clandestinamente.
Os problemas começaram a surgir quando funcionários da clínica clandestina foram até Posse buscar um paciente e, diante de sua resistência, lhe aplicaram um mata-leão que causou a sua morte. A vítima foi levada a um hospital, que denunciou o caso à Polícia Civil. Posteriormente uma mulher foi buscada em Uberlândia. Ao passar numa barreira eletrônica, funcionários perceberam a mulher amarrada no banco de traz, denunciaram, e o veículo foi parado um posto policial em Morrinhos.

Em uma de suas reportagens o Jornal do Rádio, da Rádio Sol, de Abadia de Goiás, foi informada que existem cerca de 30 clínicas clandestinas no Estado de Goiás. 

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